As ferramentas segregam as equipes de tradução?

Eu estava lembrando a entrevista com o Djihed Afifi, e comecei a pensar na facilidade de todos os tradutores usarem um único repositório (CVS ou SVN etc.), um único rastreador de erros (bugzilla etc.), um único site…

No Brasil, estamos acostumados a usar os recursos dos projetos cujo software está sendo traduzido (GNOME, Mozilla etc.). Acho que isso nos faz ficar restritos a um projeto, sem contribuir com outros mesmo que tenhamos tempo disponível, apenas para não ter que abrir mais uma conta no bugzilla, se inscrever em mais uma lista de discussão etc. Um dia desses um integrante do KDE me perguntou se o GNOME usa arquivos PO do gettext!

Espero usar esse blog para que as equipes brasileiras de tradução de software livre possam conhecer melhor o funcionamento umas das outras. Em breve publicarei uma entrevista com Rui Vilela, mantenedor do léxico de português europeu pelo Projeto Natura (vejam também como Raimundo Moura mantém o léxico do BrOffice.org). Se tudo der certo, nas próximas semanas publico terei entrevistado Cláudio Ferreira Filho sobre o BrOffice.org, e Jorge Godoy sobre o Vocabulário Padrão, o Projeto de Documentação do Linux e as origens da localização de software livre no Brasil.

Eu gostaria de saber de vocês, que traduzem ou pensaram em traduzir software livre: que ferramenta(s) deveria(m) ser compartilhada(s) entre as equipes brasileiras?

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Uma resposta para “As ferramentas segregam as equipes de tradução?”

  1. Leonardo Fontenelle disse:

    Um recurso muito citado é o Vocabulário Padrão (veja link acima). Mas, para isso, é preciso que todos os projetos participem do VP, incluam os termos necessários, discutam divergências, etc.

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