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	<title>Comentários sobre: Anglicismos, empréstimos etc.: dilemas na tradução de software livre</title>
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	<description>Tradutor do GNOME para o português do Brasil</description>
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		<title>Por: Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-3394</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 02:46:01 +0000</pubDate>
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		<description>Prefiro chamar de artigo (do inglês &quot;article&quot;), mas há quem chame de entrada  (&quot;entry&quot;) ou postagem (&quot;post&quot;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prefiro chamar de artigo (do inglês &#8220;article&#8221;), mas há quem chame de entrada  (&#8220;entry&#8221;) ou postagem (&#8220;post&#8221;).</p>
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		<title>Por: Renan de Araujo</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-3380</link>
		<dc:creator>Renan de Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:33:09 +0000</pubDate>
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		<description>Achei muito interessante o seu artigo. Sou um extremo defensor de aportuguesar ou usar termos corretos na escrita do português. Porém sou contra coisas como ‘saite’, por favor senhores, utilizem ‘página’ ou mesmo ‘local’ que é a tradução de ‘site’ e ‘sitio’ é espanhol e não portugues. 
Mas uma coisa que gostaria de chamar a atenção é ao próprio título desse artigo (aliás, procuro uma tradução boa pra ‘post’), o uso dá palavra ‘software’ chega a parecer irônico nesse contexto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante o seu artigo. Sou um extremo defensor de aportuguesar ou usar termos corretos na escrita do português. Porém sou contra coisas como ‘saite’, por favor senhores, utilizem ‘página’ ou mesmo ‘local’ que é a tradução de ‘site’ e ‘sitio’ é espanhol e não portugues.<br />
Mas uma coisa que gostaria de chamar a atenção é ao próprio título desse artigo (aliás, procuro uma tradução boa pra ‘post’), o uso dá palavra ‘software’ chega a parecer irônico nesse contexto!</p>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-2572</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 22:41:33 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;Raquele&lt;/b&gt;, você não perguntou coisa alguma até agora. Na verdade, seu comentário está parecendo mais &lt;cite&gt;spam&lt;/cite&gt;. Peço que você se explique melhor. (Atualização: excluí o comentário por supô-lo uma tentativa de testar ou dessensibilizar o mecanismo de triagem de &lt;cite&gt;spam&lt;/cite&gt;.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Raquele</b>, você não perguntou coisa alguma até agora. Na verdade, seu comentário está parecendo mais <cite>spam</cite>. Peço que você se explique melhor. (Atualização: excluí o comentário por supô-lo uma tentativa de testar ou dessensibilizar o mecanismo de triagem de <cite>spam</cite>.)</p>
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		<title>Por: Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-2494</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 00:49:41 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Paulo&lt;/strong&gt;, agradeço a visita mas preciso lembrar-lhe de que &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;software livre&lt;/a&gt; é diferente de software gratuito. Além disso, acredito que poucos tradutores profissionais acompanhem esse blog, então sugiro contatar tradutores profissionais como &lt;a href=&quot;http://talqualmente.wordpress.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Paula Góes&lt;/a&gt; sobre a divulgação de seu software.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paulo</strong>, agradeço a visita mas preciso lembrar-lhe de que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" rel="nofollow">software livre</a> é diferente de software gratuito. Além disso, acredito que poucos tradutores profissionais acompanhem esse blog, então sugiro contatar tradutores profissionais como <a href="http://talqualmente.wordpress.com/" rel="nofollow">Paula Góes</a> sobre a divulgação de seu software.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo Amariz</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-2492</link>
		<dc:creator>Paulo Amariz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 19:52:50 +0000</pubDate>
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		<description>Olá. Gostaria de divulgar um site de tradução com software gratuito para auxiliar tradutores a gerar
 o orçamento ou fatura a seus clientes.
O endereço é: http://www.tradhelp.com
Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá. Gostaria de divulgar um site de tradução com software gratuito para auxiliar tradutores a gerar<br />
 o orçamento ou fatura a seus clientes.<br />
O endereço é: <a href="http://www.tradhelp.com" rel="nofollow">http://www.tradhelp.com</a><br />
Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cwars</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-1611</link>
		<dc:creator>cwars</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 18:36:16 +0000</pubDate>
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		<description>Sinceramente eu acredito que incorporar palavras e convício estrangeiro a nossa lingua de forma preservada é uma vantagem, pois tais palavras apenas se tornam simples dialetos o que enriquece muito o nosso vocabulario fonético, observe se a palavra mouse que na sua tradução seria rato, mas que é associada a um dispositivo isso tornaria essa palavra mais um sinônimo  e/ou palavra específica, quer dizer quando disser mouse o possoal vai ver é o mouse de seu computador e nunca um rato, é até mais simples de tornar as coisas mais visíveis e além que se quando descobrir que a palavra é somente um sinônimo então sabes que ela é rato no exterior.

Um vez foi dito que brasileiros são bem mais adaptáveis a aprenderem outras linguagem além do portugues por essa razão, já que praticamente temos um vocabulário bem mais rico por causa desses dialétos, sem contar que como seria hardware em português, massadura? ou software, massamole? fica meio estranho dizer isso, prefiro dizer hardware e software, sem contar que foram os americanos que inventaram o computador assim como os russos e alemães, dessa forma usar espressões deles se tornam mais simples, assim que quem inventou os animes e mangás foram os japoneses, que usam o Haku ou Haikai.

Em minha opnião é que nossa cultura é uma mescla de culturas que dar origem a nossa identidade, uma colcha de retalhos, onde temos tudo em nosso país e conhecimento ao nosso alcance.

Acredito que quem investir na idéia de colcha de retalhos será bem visto aqui, pois quem conhece o sucesso, sabe que nunca se deriva da tragédia, mas do jeito brasileiro de ser, na diversão, nas idéias e no potencial de aprender qualquer coisa que lhe seja apresentada, olhe bem o inglês, nós já temos muitos dialetos dessa lingua e aprender outros é vantajoso.

O mundo hoje é diferente do mundo de antes onde tudo era desconhecido e a comunicação era inviável, agora temos todo acesso a qualquer lugar, a comunicação hoje em dia é importante e dialetos tornam a comunicação mais proveitosa e acessível, pois tal idéia nacionalista francesa que é apresentada é muitas vezes prejudicial, atitudes como essa isolão a nação de todo o mundo, e isso hoje em dia seria se desfazer do conhecimento que pode ser obtido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente eu acredito que incorporar palavras e convício estrangeiro a nossa lingua de forma preservada é uma vantagem, pois tais palavras apenas se tornam simples dialetos o que enriquece muito o nosso vocabulario fonético, observe se a palavra mouse que na sua tradução seria rato, mas que é associada a um dispositivo isso tornaria essa palavra mais um sinônimo  e/ou palavra específica, quer dizer quando disser mouse o possoal vai ver é o mouse de seu computador e nunca um rato, é até mais simples de tornar as coisas mais visíveis e além que se quando descobrir que a palavra é somente um sinônimo então sabes que ela é rato no exterior.</p>
<p>Um vez foi dito que brasileiros são bem mais adaptáveis a aprenderem outras linguagem além do portugues por essa razão, já que praticamente temos um vocabulário bem mais rico por causa desses dialétos, sem contar que como seria hardware em português, massadura? ou software, massamole? fica meio estranho dizer isso, prefiro dizer hardware e software, sem contar que foram os americanos que inventaram o computador assim como os russos e alemães, dessa forma usar espressões deles se tornam mais simples, assim que quem inventou os animes e mangás foram os japoneses, que usam o Haku ou Haikai.</p>
<p>Em minha opnião é que nossa cultura é uma mescla de culturas que dar origem a nossa identidade, uma colcha de retalhos, onde temos tudo em nosso país e conhecimento ao nosso alcance.</p>
<p>Acredito que quem investir na idéia de colcha de retalhos será bem visto aqui, pois quem conhece o sucesso, sabe que nunca se deriva da tragédia, mas do jeito brasileiro de ser, na diversão, nas idéias e no potencial de aprender qualquer coisa que lhe seja apresentada, olhe bem o inglês, nós já temos muitos dialetos dessa lingua e aprender outros é vantajoso.</p>
<p>O mundo hoje é diferente do mundo de antes onde tudo era desconhecido e a comunicação era inviável, agora temos todo acesso a qualquer lugar, a comunicação hoje em dia é importante e dialetos tornam a comunicação mais proveitosa e acessível, pois tal idéia nacionalista francesa que é apresentada é muitas vezes prejudicial, atitudes como essa isolão a nação de todo o mundo, e isso hoje em dia seria se desfazer do conhecimento que pode ser obtido.</p>
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	<item>
		<title>Por: Andre Noel &#187; Blog Archive &#187; Lojas de informática venderão ratos</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-1595</link>
		<dc:creator>Andre Noel &#187; Blog Archive &#187; Lojas de informática venderão ratos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 19:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Mais: Leia esse texto do Fontenelle sobre estrangeirismos et al&#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Mais: Leia esse texto do Fontenelle sobre estrangeirismos et al&#8230; [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Gerúndio: de Camões ao telemarketing &#124; Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-1585</link>
		<dc:creator>Gerúndio: de Camões ao telemarketing &#124; Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:32:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] corriqueira na língua inglesa, e por isso algumas pessoas acham que o gerúndio é uma espécie de anglicismo. Na verdade, o gerúndio sempre fez parte da língua portuguesa, e foi herdado do latim. Os [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] corriqueira na língua inglesa, e por isso algumas pessoas acham que o gerúndio é uma espécie de anglicismo. Na verdade, o gerúndio sempre fez parte da língua portuguesa, e foi herdado do latim. Os [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-881</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 22:39:54 +0000</pubDate>
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		<description>Entre &quot;mause&quot; e rato, prefiro mil vezes rato, que é algo conhecido e se relaciona diretamente ao objeto em questão, do que a aberração que é &quot;mause&quot;, na qual a pessoa precisa saber que veio do inglês &quot;mouse&quot;, e que se refere a um rato, para daí sim fazer a relação com o objeto.

Aportuguesar a palavra, só em casos em que não existe um equivalente claro, como por exemplo, escâner. Se não fosse feito isso, diríamos o que? &quot;Rastreador de papéis&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entre &#8220;mause&#8221; e rato, prefiro mil vezes rato, que é algo conhecido e se relaciona diretamente ao objeto em questão, do que a aberração que é &#8220;mause&#8221;, na qual a pessoa precisa saber que veio do inglês &#8220;mouse&#8221;, e que se refere a um rato, para daí sim fazer a relação com o objeto.</p>
<p>Aportuguesar a palavra, só em casos em que não existe um equivalente claro, como por exemplo, escâner. Se não fosse feito isso, diríamos o que? &#8220;Rastreador de papéis&#8221;?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Vladimir Melo</title>
		<link>http://leonardof.org/2007/09/24/anglicismos-emprestimos-etc-dilemas-na-traducao-de-software-livre/#comment-182</link>
		<dc:creator>Vladimir Melo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 11:44:55 +0000</pubDate>
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		<description>Leonardo,
Não conheço muito sobre Portugal, mas sei que lá há uma resistência grande em relação à &quot;invasão&quot; de outros idiomas. Talvez em razão do que a Paula reclamou acima, isso não acontece no Brasil. Aqui, há uma certa prática de conferir um status de sofisticação a certo termos estrangeiros, mantendo-os não traduzidos. Mesmo que essa prática não me agrade, é o que ocorre no Brasil, inclusive no meio da informática -- como sabemos. Sempre que possível, acho legítimo traduzir e tentar vencer os velhos hábitos, mas a medida entre aquilo que já é adotado (não importando o juízo sobre como foi incorporado) e o que seria uma tradução supostamente ideal é sempre difícil de ser alcançada.
Mas para isso que existem os canais de discussão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo,<br />
Não conheço muito sobre Portugal, mas sei que lá há uma resistência grande em relação à &#8220;invasão&#8221; de outros idiomas. Talvez em razão do que a Paula reclamou acima, isso não acontece no Brasil. Aqui, há uma certa prática de conferir um status de sofisticação a certo termos estrangeiros, mantendo-os não traduzidos. Mesmo que essa prática não me agrade, é o que ocorre no Brasil, inclusive no meio da informática &#8212; como sabemos. Sempre que possível, acho legítimo traduzir e tentar vencer os velhos hábitos, mas a medida entre aquilo que já é adotado (não importando o juízo sobre como foi incorporado) e o que seria uma tradução supostamente ideal é sempre difícil de ser alcançada.<br />
Mas para isso que existem os canais de discussão!</p>
]]></content:encoded>
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