<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, março de 2008</title>
	<atom:link href="http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/</link>
	<description>Tradutor do GNOME para o português do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Jan 2012 22:29:15 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Wagner</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-3188</link>
		<dc:creator>Wagner</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 17:49:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-3188</guid>
		<description>Sou brasileiro e sou a favor da reforma ortográfica, não acho que haja uma diferença tão grande assim no português europeu e no português brasileiro, quando estou lendo um artigo só me dou conta que este seja um artigo português, quando no final do artigo aparece um &quot;FACTO&quot; ou &quot;ACÇÃO&quot;, acho &quot;LEGAL&quot; essas diferenças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou brasileiro e sou a favor da reforma ortográfica, não acho que haja uma diferença tão grande assim no português europeu e no português brasileiro, quando estou lendo um artigo só me dou conta que este seja um artigo português, quando no final do artigo aparece um &#8220;FACTO&#8221; ou &#8220;ACÇÃO&#8221;, acho &#8220;LEGAL&#8221; essas diferenças.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria das Graças Targino</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2904</link>
		<dc:creator>Maria das Graças Targino</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 20:17:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2904</guid>
		<description>ESCREVER CERTO x ACORDO EQUIVOCADO
Maria das Graças TARGINO
29/12/08

Não sou gramático. Não sou lingüista. Não sou filólogo. Não sou sequer especialista em português. Em compensação, sou professora há 43 anos. De início, de inglês instrumental. Depois, nas áreas de biblioteconomia, ciência da informação, jornalismo, redação técnico-científica, metodologia da pesquisa e afins. Ao tempo em que asseguro aos meus alunos, na graduação ou pós-graduação, a dificuldade que cerca o aprendizado de qualquer idioma, e, em particular, do português, por suas facetas e muitas nuanças, mantenho hábito antigo: corrigir o português nos trabalhos escritos, independentemente da disciplina ministrada. Sem levar em conta os errinhos no momento de atribuir conceitos, escrevo bilhetinhos sobre as incorreções da língua nesses trabalhos. As correções no discurso oral são sempre mais delicadas, porque há o risco de constrangimento, embora o “mim faz”, o “mim compra” etc.etc., pronunciados por muita gente “de bem” sempre soem como tortura aos meus ouvidos...
Por tudo isto, acompanho, desde o início, o andamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em suas idas e vindas, envolvendo estudiosos brasileiros de renome, como Antônio Houaiss (fase inicial) e Evanildo Bechara, ao final. Para promover a cooperação política, social, econômica e cultural entre os países que mantêm o português como idioma oficial, em 1984, se institui a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Lisboa. Posteriormente, 1986, ano em que Portugal se integra à União Européia, ele passa a figurar como uma das línguas oficiais da Comunidade Econômica Européia. Desde dezembro de 1990, se inicia o projeto de reforma ortográfica para padronizar a escrita nos países que integram a CPLP, promulgado, por fim, no dia 29 de setembro de 2008. 
Em meio à sessão solene pelo centenário de morte do escritor Machado de Assis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina quatro decretos determinando sua implantação (Nº 6.583, 6.584, 6.585 e 6.586), cujo conteúdo, acompanhado do texto integral do acordo, com todas as mudanças, está disponível ao grande público na página eletrônica do Diário Oficial da União (DOU), do dia 30 de setembro de 2008. Vale a pena consultar! E começar a estudar!
Cada nação está livre para estipular o prazo de adaptação de sua gente às novas regras. Por exemplo, enquanto os portugueses terão seis anos, no Brasil, o período de transição vai de 1o de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, durante o qual a norma ortográfica em vigor e a nova norma ora estabelecida coexistirão. Acontece que há mais do que portugueses e brasileiros. O acordo envolve os Governos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e da República Democrática de São Tomé e Príncipe, deixando de fora o Timor Leste. E eis o primeiro equívoco do acordo, de natureza científica, na tentativa vã de igualar uma língua, que, como elemento cultural de qualquer nação, ao sobreviver em contextos diferentes não pode deixar de refletir tais diferenças. E esse engano é também de ordem política e social. Como analiso na trajetória das negociações, os africanos pouco participam da elaboração do texto final, o que fere sua autonomia como povo. Aliás, o argumento favorável mais freqüente insiste em equiparar o português com o espanhol, repetindo o refrão: “se o espanhol tem uma grafia única, nós também podemos ter”, o que renega a singularidade de cada língua, de cada povo e nação. Impossível confrontar elementos que em si mesmos são distantes! Impossível comparar europeus (portugueses, no caso) com brasileiros ou brasileiros com africanos!
Línguas exigem reforma ortográfica. Mas, reformas não asseguram status aos idiomas. O acordo nem promove a “soberania” do português nem o fortalece. Dizendo de outra forma, o alcance do português continuará limitado, embora seja a sétima língua mais falada no mundo. Segundo dados do Summer Institute of Linguistics, são cerca de 240 milhões de falantes, aquém somente do chinês (um bilhão e 200 milhões); inglês (478 milhões); hindi (437 milhões) e espanhol (392 milhões); russo (284 milhões); e árabe (284 milhões). No entanto, as nações antes citadas (inclusive Brasil e Portugal) são pouco representativas no cenário da ciência e tecnologia mundial (C&amp;T), e, por conseguinte, no fluxo da comunicação científica, conduzindo a questões formuladas, com boa dose de ironia, por Cláudio de Moura Castro: “Se para Camões o português era o túmulo da literatura, não será menos verdade que o português será o túmulo da ciência brasileira?”; “O que é melhor, ser peão de uma ciência sofisticada ou rei de um arremedo tupiniquim de ciência?”
Isto conduz a outro contra-argumento: se os benefícios no campo da C&amp;T inexistem, como justificar os elevados custos sociais e financeiros que a reforma ortográfica trará, tal como aconteceu com as duas últimas, de 1943 e 1971? Em termos sociais, a dificuldade de adaptação da população, lembrando a pobreza de expressão escrita presente até nas instituições de ensino superior, dentre universitários e, pior, dentre professores. É de esperar que os erros sejam mais freqüentes e o que é grave, mais diversificados, indo além do afim / a fim; acerca / a cerca; tem / têm; estar / está; cheque / xeque, e tantos outros. E essas dificuldades prometem ser muitas, até porque o acordo não elimina obstáculos medonhos no ensino-aprendizagem do português, como é o caso clássico da hifenização. 
E mais, embora em tramitação há muito mais de 10 anos, no momento em que vem a público, o acordo parece “nu” e longe do estágio de maturação. Inexistem dicionários impressos ou eletrônicos. Faltam gramáticas ou trabalhos confiáveis. Segundo matéria da última edição de Veja de 2008, a previsão é fevereiro, prazo da editora Global para colocar nas ruas o Vocabulário Ortográfico oficial, com 360.000 palavras. Bechara e colaboradores entregaram os originais somente em dezembro desse ano. Outro agravante: consulta ao material do DOU mostra que o texto não foi revisto, em sua versão oficial, o que prevê, de cara, a possibilidade de novos ajustes (leia-se: mais despesas para os cidadãos e o Estado). Há itens facultativos, um número incompreensível de etc., e, por conseguinte, imprecisões e chance de interpretações subjetivas, Afinal, o que é etc.? Adotado ainda no latim medieval, hoje, é recurso lingüístico para evitar longa enumeração, isto é, enunciar que há “n” possibilidades, às vezes, desconhecidas de quem escreve.
Em termos financeiros, os investimentos com dinheiro do contribuinte são incalculáveis. A partir de 2010, os Ministérios da Educação e da Cultura só aceitarão livros dentro do prescrito na nova norma. Gramáticas, livros didáticos em todas as áreas e em todos os níveis, dicionários e qualquer outro material terão de ser reeditados, sem contar a obsolescência das coleções das bibliotecas... E há mais custo previsível: o treinamento dos docentes, novamente, nos vários campos e no ensino em geral, embora o Governo não tenha divulgado uma só palavra até agora de como isso ocorrerá, apesar da longa tramitação da reforma...
Assim, com a promulgação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, resta-nos o consolo de que a reforma se limita à ortografia. Permacemos nós, habitantes dos oitos países falantes e amantes do português (Timor Leste, incluído) livres para falar, sussurrar, segredar ou gritar, mantendo a sonoridade, a diversidade regional / local e a riqueza de vocábulos que fazem do português uma língua desprezada no circuito da ciência, mas muita amada por sua gente. Este é o consolo! Doce consolo! 
Maria das Graças TARGINO é jornalista e pós-doutora em jornalismo pela Universidad de Salamanca / Instituto Interuniversitario de Iberoamérica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ESCREVER CERTO x ACORDO EQUIVOCADO<br />
Maria das Graças TARGINO<br />
29/12/08</p>
<p>Não sou gramático. Não sou lingüista. Não sou filólogo. Não sou sequer especialista em português. Em compensação, sou professora há 43 anos. De início, de inglês instrumental. Depois, nas áreas de biblioteconomia, ciência da informação, jornalismo, redação técnico-científica, metodologia da pesquisa e afins. Ao tempo em que asseguro aos meus alunos, na graduação ou pós-graduação, a dificuldade que cerca o aprendizado de qualquer idioma, e, em particular, do português, por suas facetas e muitas nuanças, mantenho hábito antigo: corrigir o português nos trabalhos escritos, independentemente da disciplina ministrada. Sem levar em conta os errinhos no momento de atribuir conceitos, escrevo bilhetinhos sobre as incorreções da língua nesses trabalhos. As correções no discurso oral são sempre mais delicadas, porque há o risco de constrangimento, embora o “mim faz”, o “mim compra” etc.etc., pronunciados por muita gente “de bem” sempre soem como tortura aos meus ouvidos&#8230;<br />
Por tudo isto, acompanho, desde o início, o andamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em suas idas e vindas, envolvendo estudiosos brasileiros de renome, como Antônio Houaiss (fase inicial) e Evanildo Bechara, ao final. Para promover a cooperação política, social, econômica e cultural entre os países que mantêm o português como idioma oficial, em 1984, se institui a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Lisboa. Posteriormente, 1986, ano em que Portugal se integra à União Européia, ele passa a figurar como uma das línguas oficiais da Comunidade Econômica Européia. Desde dezembro de 1990, se inicia o projeto de reforma ortográfica para padronizar a escrita nos países que integram a CPLP, promulgado, por fim, no dia 29 de setembro de 2008.<br />
Em meio à sessão solene pelo centenário de morte do escritor Machado de Assis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina quatro decretos determinando sua implantação (Nº 6.583, 6.584, 6.585 e 6.586), cujo conteúdo, acompanhado do texto integral do acordo, com todas as mudanças, está disponível ao grande público na página eletrônica do Diário Oficial da União (DOU), do dia 30 de setembro de 2008. Vale a pena consultar! E começar a estudar!<br />
Cada nação está livre para estipular o prazo de adaptação de sua gente às novas regras. Por exemplo, enquanto os portugueses terão seis anos, no Brasil, o período de transição vai de 1o de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, durante o qual a norma ortográfica em vigor e a nova norma ora estabelecida coexistirão. Acontece que há mais do que portugueses e brasileiros. O acordo envolve os Governos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e da República Democrática de São Tomé e Príncipe, deixando de fora o Timor Leste. E eis o primeiro equívoco do acordo, de natureza científica, na tentativa vã de igualar uma língua, que, como elemento cultural de qualquer nação, ao sobreviver em contextos diferentes não pode deixar de refletir tais diferenças. E esse engano é também de ordem política e social. Como analiso na trajetória das negociações, os africanos pouco participam da elaboração do texto final, o que fere sua autonomia como povo. Aliás, o argumento favorável mais freqüente insiste em equiparar o português com o espanhol, repetindo o refrão: “se o espanhol tem uma grafia única, nós também podemos ter”, o que renega a singularidade de cada língua, de cada povo e nação. Impossível confrontar elementos que em si mesmos são distantes! Impossível comparar europeus (portugueses, no caso) com brasileiros ou brasileiros com africanos!<br />
Línguas exigem reforma ortográfica. Mas, reformas não asseguram status aos idiomas. O acordo nem promove a “soberania” do português nem o fortalece. Dizendo de outra forma, o alcance do português continuará limitado, embora seja a sétima língua mais falada no mundo. Segundo dados do Summer Institute of Linguistics, são cerca de 240 milhões de falantes, aquém somente do chinês (um bilhão e 200 milhões); inglês (478 milhões); hindi (437 milhões) e espanhol (392 milhões); russo (284 milhões); e árabe (284 milhões). No entanto, as nações antes citadas (inclusive Brasil e Portugal) são pouco representativas no cenário da ciência e tecnologia mundial (C&amp;T), e, por conseguinte, no fluxo da comunicação científica, conduzindo a questões formuladas, com boa dose de ironia, por Cláudio de Moura Castro: “Se para Camões o português era o túmulo da literatura, não será menos verdade que o português será o túmulo da ciência brasileira?”; “O que é melhor, ser peão de uma ciência sofisticada ou rei de um arremedo tupiniquim de ciência?”<br />
Isto conduz a outro contra-argumento: se os benefícios no campo da C&amp;T inexistem, como justificar os elevados custos sociais e financeiros que a reforma ortográfica trará, tal como aconteceu com as duas últimas, de 1943 e 1971? Em termos sociais, a dificuldade de adaptação da população, lembrando a pobreza de expressão escrita presente até nas instituições de ensino superior, dentre universitários e, pior, dentre professores. É de esperar que os erros sejam mais freqüentes e o que é grave, mais diversificados, indo além do afim / a fim; acerca / a cerca; tem / têm; estar / está; cheque / xeque, e tantos outros. E essas dificuldades prometem ser muitas, até porque o acordo não elimina obstáculos medonhos no ensino-aprendizagem do português, como é o caso clássico da hifenização.<br />
E mais, embora em tramitação há muito mais de 10 anos, no momento em que vem a público, o acordo parece “nu” e longe do estágio de maturação. Inexistem dicionários impressos ou eletrônicos. Faltam gramáticas ou trabalhos confiáveis. Segundo matéria da última edição de Veja de 2008, a previsão é fevereiro, prazo da editora Global para colocar nas ruas o Vocabulário Ortográfico oficial, com 360.000 palavras. Bechara e colaboradores entregaram os originais somente em dezembro desse ano. Outro agravante: consulta ao material do DOU mostra que o texto não foi revisto, em sua versão oficial, o que prevê, de cara, a possibilidade de novos ajustes (leia-se: mais despesas para os cidadãos e o Estado). Há itens facultativos, um número incompreensível de etc., e, por conseguinte, imprecisões e chance de interpretações subjetivas, Afinal, o que é etc.? Adotado ainda no latim medieval, hoje, é recurso lingüístico para evitar longa enumeração, isto é, enunciar que há “n” possibilidades, às vezes, desconhecidas de quem escreve.<br />
Em termos financeiros, os investimentos com dinheiro do contribuinte são incalculáveis. A partir de 2010, os Ministérios da Educação e da Cultura só aceitarão livros dentro do prescrito na nova norma. Gramáticas, livros didáticos em todas as áreas e em todos os níveis, dicionários e qualquer outro material terão de ser reeditados, sem contar a obsolescência das coleções das bibliotecas&#8230; E há mais custo previsível: o treinamento dos docentes, novamente, nos vários campos e no ensino em geral, embora o Governo não tenha divulgado uma só palavra até agora de como isso ocorrerá, apesar da longa tramitação da reforma&#8230;<br />
Assim, com a promulgação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, resta-nos o consolo de que a reforma se limita à ortografia. Permacemos nós, habitantes dos oitos países falantes e amantes do português (Timor Leste, incluído) livres para falar, sussurrar, segredar ou gritar, mantendo a sonoridade, a diversidade regional / local e a riqueza de vocábulos que fazem do português uma língua desprezada no circuito da ciência, mas muita amada por sua gente. Este é o consolo! Doce consolo!<br />
Maria das Graças TARGINO é jornalista e pós-doutora em jornalismo pela Universidad de Salamanca / Instituto Interuniversitario de Iberoamérica.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ernani Garcia dos Santos</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2756</link>
		<dc:creator>Ernani Garcia dos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 20:56:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2756</guid>
		<description>Por gentileza, digam-me se eu estou certo no tocante às seguintes colocações:

1a) O antigo e arcaico artigo definido EL já não se une por hífen ao substantivo rei: el rei.   Isso,  porque a regra básica fala do uso de hífen apenas nos vocábulos com elementos de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal. Não falou de artigo. E, como artigo, el não pode justapor-se, sem hífen, a rei. Fica separado, sem hífen.  O mesmo raciocínio se deve aplicar às interjeições “zás trás” e “vapt vupt”, que agora devem ser escritas sem hífen. Seus elementos têm vida própria em nosso idioma, mas não são de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, como determina a regra do acordo ortográfico (1990).  

2ª) Mas o artigo definido el une-se, sem hífen, a “dorado” em eldorado (do Espanhol el dorado, “o dourado”) porque, neste caso, já se perdeu a noção de composição.

3ª) O vocábulo blábláblá deve ser escrito sem hífen, porque o elemento “blá” não tem vida própria em nosso idioma. E o emprego do hífen é apenas para os elementos que constituem unidade sintagmática ou semântica. 

4ª) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por EI e OI (fechados ou abertos) da sílaba tônica das paroxítonas: aldeia, assembléia, estreia, epopeico etc. 

É claro que essa regra não se aplica aos paroxítonos terminados em L, N, R, X, PS e ONS (como, por exemplo, DESTRÓIER /des-trói-er/), considerando a regra de que os paroxítonos terminados em L, N, R, X, PS e ONS devem ser acentuados graficamente. Ademais, devemos ter em conta que as regras devem ser interpretadas pelo processo sistemático; e, não, como se estivessem em compartimentos estanques. O acordo é um tratado internacional, ou seja, é lei, para cuja interpretação a hermenêutica impõe o processo sistemático como o prioritário.

Antecipando agradecimentos, esclareço que ainda tenho inúmeras colocações relativamente ao acordo ortográfico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por gentileza, digam-me se eu estou certo no tocante às seguintes colocações:</p>
<p>1a) O antigo e arcaico artigo definido EL já não se une por hífen ao substantivo rei: el rei.   Isso,  porque a regra básica fala do uso de hífen apenas nos vocábulos com elementos de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal. Não falou de artigo. E, como artigo, el não pode justapor-se, sem hífen, a rei. Fica separado, sem hífen.  O mesmo raciocínio se deve aplicar às interjeições “zás trás” e “vapt vupt”, que agora devem ser escritas sem hífen. Seus elementos têm vida própria em nosso idioma, mas não são de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, como determina a regra do acordo ortográfico (1990).  </p>
<p>2ª) Mas o artigo definido el une-se, sem hífen, a “dorado” em eldorado (do Espanhol el dorado, “o dourado”) porque, neste caso, já se perdeu a noção de composição.</p>
<p>3ª) O vocábulo blábláblá deve ser escrito sem hífen, porque o elemento “blá” não tem vida própria em nosso idioma. E o emprego do hífen é apenas para os elementos que constituem unidade sintagmática ou semântica. </p>
<p>4ª) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por EI e OI (fechados ou abertos) da sílaba tônica das paroxítonas: aldeia, assembléia, estreia, epopeico etc. </p>
<p>É claro que essa regra não se aplica aos paroxítonos terminados em L, N, R, X, PS e ONS (como, por exemplo, DESTRÓIER /des-trói-er/), considerando a regra de que os paroxítonos terminados em L, N, R, X, PS e ONS devem ser acentuados graficamente. Ademais, devemos ter em conta que as regras devem ser interpretadas pelo processo sistemático; e, não, como se estivessem em compartimentos estanques. O acordo é um tratado internacional, ou seja, é lei, para cuja interpretação a hermenêutica impõe o processo sistemático como o prioritário.</p>
<p>Antecipando agradecimentos, esclareço que ainda tenho inúmeras colocações relativamente ao acordo ortográfico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Fontenelle &#124; Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: agora é lei</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2526</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle &#124; Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: agora é lei</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 23:38:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2526</guid>
		<description>[...] decretos presidenciais não foram exatamente uma surpresa. Em março deste ano, o presidente português tinha assinado o Acordo durante uma visita ao Brasil, e um edital do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] decretos presidenciais não foram exatamente uma surpresa. Em março deste ano, o presidente português tinha assinado o Acordo durante uma visita ao Brasil, e um edital do [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Fontenelle &#124; A propósito do acordo ortográfico da língua portuguesa</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2418</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle &#124; A propósito do acordo ortográfico da língua portuguesa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 21:39:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2418</guid>
		<description>[...] Flavio A. Chongola: &#8230;receba caro editor, estes rabiscos que envio, A PROPOSITO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DA... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Flavio A. Chongola: &#8230;receba caro editor, estes rabiscos que envio, A PROPOSITO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DA&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flavio A. Chongola</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2417</link>
		<dc:creator>Flavio A. Chongola</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 13:41:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2417</guid>
		<description>...receba caro editor, estes rabiscos que envio, 
A PROPOSITO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA, 
e se caso lhe for conveniente, mande publicar no vosso jornal. 

A certo fio da memória
Lembramo-nos da época em que tudo era simples
Era uma época radiosa
Ténue e abrilhantada
Em que todos exprimíamos os nossos próprios sentimentos a nossa própria maneira
A nossa língua era um gesto
Um gesto simples para todos compreensível.

Depois veio o tempo
Depois veio a tal evolução que tudo atrofia
Começamos a gaguejar
E com o tempo codificamos signos para que nos vissem como os outros homens
Foi uma forca estranha que nos libertou daquela época
As nossas formas de vestir e de sentar
As nossas formas de contar o tempo pelos ciclos de chuva e pelo número de Invernos
Tudo se arrastou já para essa idade que a memória registou.
E, de quando em vez, tão nítido nos vem pelo fio da memória.
Embalados num sonho de ternura e merecida glória
Sempre regressamos ao tempo que nos deu origem
Às formas sublimes que mostram quem somos 
E as forças estranhas que quebraram nossas raízes,
Rejeitamos!...

Não é a paisagem que nos prende nesse tempo
mas o eterno desalento que nos rói!
Assim é com a língua!...
Nós, os seres diminutos da civilização humana,
seguimos como ratos o fumo da glória,
Tementes ao atraso secular com que tanto nos batem
Substituimos a nossa identidade para correr
Atrás do progresso...

Agora vos digo todos fascinados por esse universo,
Agora vos digo todos que sao fascinados e nos pregam essa linha para o progresso: 

Não é o exílio que transforma um homem numa pedra 
Não é a língua que prende uma pátria 
Mas as vísceras que transformam qualquer cinza na mais plena vitoria,
Os ratos que são políticos e transportam o estandarte de qualquer pátria,
A nossa convicção e as coisas que criamos.
O que coloniza afinal é o santo que nos pregam
Essa crença de que o deus que é dos outros também é nosso deus
Essa crença de que no fundo nossa civilização é um momento retardado
A caminho do que eles já conquistaram,
Essa crença...

Não são os sinais que nos prendem a  qualquer tempo e a qualquer raça,
São as magoas que trazemos ancoradas e as farsas que nos foram ensinadas
São os males, as hesitações, são tumores de cobardia que nos prendem.
Porque afinal os sinais nada significam
Nem o deus que nos pregam é tão supremo quanto nos pregam!

A língua é livre!
A língua é solta como uma ave que não tem que seguir outros caminhos senão os que a natureza lhe mostra,
A língua é um código-genético com que os povos transportam sua identidade,
Suas origens suspeitas, 
Seus hábitos de garça, de gazela, de hipopótamo,
Suas formas místicas de ser ou seus hábitos puramente homogéneos.
A língua é solta!...

A língua não é uma armada nem um batalhão de guerra 
A língua não é um escudo que a comunidade precisa para enfrentar a globalização
Não é uma muleta nem é amuleto de unidade.
Porque os sinais nada significam 
E o que mesmo importa é a linguagem,
São as vozes e são os hábitos dos homens que respiram 


                                                                                   FLÁVIO A. CHONGOLA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;receba caro editor, estes rabiscos que envio,<br />
A PROPOSITO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA,<br />
e se caso lhe for conveniente, mande publicar no vosso jornal. </p>
<p>A certo fio da memória<br />
Lembramo-nos da época em que tudo era simples<br />
Era uma época radiosa<br />
Ténue e abrilhantada<br />
Em que todos exprimíamos os nossos próprios sentimentos a nossa própria maneira<br />
A nossa língua era um gesto<br />
Um gesto simples para todos compreensível.</p>
<p>Depois veio o tempo<br />
Depois veio a tal evolução que tudo atrofia<br />
Começamos a gaguejar<br />
E com o tempo codificamos signos para que nos vissem como os outros homens<br />
Foi uma forca estranha que nos libertou daquela época<br />
As nossas formas de vestir e de sentar<br />
As nossas formas de contar o tempo pelos ciclos de chuva e pelo número de Invernos<br />
Tudo se arrastou já para essa idade que a memória registou.<br />
E, de quando em vez, tão nítido nos vem pelo fio da memória.<br />
Embalados num sonho de ternura e merecida glória<br />
Sempre regressamos ao tempo que nos deu origem<br />
Às formas sublimes que mostram quem somos<br />
E as forças estranhas que quebraram nossas raízes,<br />
Rejeitamos!&#8230;</p>
<p>Não é a paisagem que nos prende nesse tempo<br />
mas o eterno desalento que nos rói!<br />
Assim é com a língua!&#8230;<br />
Nós, os seres diminutos da civilização humana,<br />
seguimos como ratos o fumo da glória,<br />
Tementes ao atraso secular com que tanto nos batem<br />
Substituimos a nossa identidade para correr<br />
Atrás do progresso&#8230;</p>
<p>Agora vos digo todos fascinados por esse universo,<br />
Agora vos digo todos que sao fascinados e nos pregam essa linha para o progresso: </p>
<p>Não é o exílio que transforma um homem numa pedra<br />
Não é a língua que prende uma pátria<br />
Mas as vísceras que transformam qualquer cinza na mais plena vitoria,<br />
Os ratos que são políticos e transportam o estandarte de qualquer pátria,<br />
A nossa convicção e as coisas que criamos.<br />
O que coloniza afinal é o santo que nos pregam<br />
Essa crença de que o deus que é dos outros também é nosso deus<br />
Essa crença de que no fundo nossa civilização é um momento retardado<br />
A caminho do que eles já conquistaram,<br />
Essa crença&#8230;</p>
<p>Não são os sinais que nos prendem a  qualquer tempo e a qualquer raça,<br />
São as magoas que trazemos ancoradas e as farsas que nos foram ensinadas<br />
São os males, as hesitações, são tumores de cobardia que nos prendem.<br />
Porque afinal os sinais nada significam<br />
Nem o deus que nos pregam é tão supremo quanto nos pregam!</p>
<p>A língua é livre!<br />
A língua é solta como uma ave que não tem que seguir outros caminhos senão os que a natureza lhe mostra,<br />
A língua é um código-genético com que os povos transportam sua identidade,<br />
Suas origens suspeitas,<br />
Seus hábitos de garça, de gazela, de hipopótamo,<br />
Suas formas místicas de ser ou seus hábitos puramente homogéneos.<br />
A língua é solta!&#8230;</p>
<p>A língua não é uma armada nem um batalhão de guerra<br />
A língua não é um escudo que a comunidade precisa para enfrentar a globalização<br />
Não é uma muleta nem é amuleto de unidade.<br />
Porque os sinais nada significam<br />
E o que mesmo importa é a linguagem,<br />
São as vozes e são os hábitos dos homens que respiram </p>
<p>                                                                                   FLÁVIO A. CHONGOLA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2388</link>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 04:29:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2388</guid>
		<description>Eu também gostaria de saber se o novo acordo já está em vigor? Espero que Brasil e Portugal fiquem mais unidos ao longo do tempo. Afinal, somos descendentes uns dos outros (eu sei que alguns são descendentes de índios, de alemães...mas convenhamos, aqui no Brasil existem milhões de descendetes da &quot;terrinha&quot;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também gostaria de saber se o novo acordo já está em vigor? Espero que Brasil e Portugal fiquem mais unidos ao longo do tempo. Afinal, somos descendentes uns dos outros (eu sei que alguns são descendentes de índios, de alemães&#8230;mas convenhamos, aqui no Brasil existem milhões de descendetes da &#8220;terrinha&#8221;).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Portugal aprovou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa &#124; Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-2134</link>
		<dc:creator>Portugal aprovou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa &#124; Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 22:32:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-2134</guid>
		<description>[...] aprovou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Esse movimento decisivo, combinado aos avanços do acordo nos últimos meses, indica que agora a questão não é se, mas sim quando e como o acordo será posto em prática. A [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] aprovou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Esse movimento decisivo, combinado aos avanços do acordo nos últimos meses, indica que agora a questão não é se, mas sim quando e como o acordo será posto em prática. A [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Fontenelle</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-1994</link>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 01:24:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-1994</guid>
		<description>Se &lt;b&gt;realmente&lt;/b&gt; estivesse valendo, você já teria percebido :)

Mas, como eu disse no artigo, os livros didáticos públicos de 2010 seguirão o acordo ortográfico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se <b>realmente</b> estivesse valendo, você já teria percebido <img src='http://leonardof.org/wp-content/plugins/tango-smilies/tango/face-smile.png' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas, como eu disse no artigo, os livros didáticos públicos de 2010 seguirão o acordo ortográfico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Professora</title>
		<link>http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/#comment-1993</link>
		<dc:creator>Professora</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 23:39:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://leonardof.org/2008/03/29/acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-marco-de-2008/pt/#comment-1993</guid>
		<description>Gostaria de saber se o novo acordo já encontra-se em vigor. Caso sim, desde quando. Caso não, quando será. Concordo que é necessário que a nossa língua seja unificada pelo menos na ortografia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber se o novo acordo já encontra-se em vigor. Caso sim, desde quando. Caso não, quando será. Concordo que é necessário que a nossa língua seja unificada pelo menos na ortografia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
