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	<title>Leonardo Fontenelle &#187; Miscelânia</title>
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	<description>Tradutor do GNOME para o português do Brasil</description>
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		<title>Usando o Mallard para documentação geral</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 03:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho usado o Mallard com sucesso para manter minhas anotações médicas. <a href="http://leonardof.org/2010/06/28/usando-o-mallard-para-documentacao-geral/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na qualidade de médico de família e comunidade, tenho que lidar com uma variedade de problemas muito grande. (Confira meu <a href="http://leonardof.med.br/">blog sobre Saúde da Famíla</a>!) Na maioria das situações, as informações de que preciso já foram assimiladas. Em outras situações, preciso consultar a Internet, ou um livro sobre medicamentos, ou uma lista com os códigos para todas as doenças conhecidas pelo homem (e viva o <a href="http://code.google.com/p/classix/">Classix</a>). Mas existe também um meio-campo, de informações que talvez eu esqueça, ou pequenas listas de dados, e para isso eu tenho usado há alguns meses o <a href="http://projectmallard.org/">Mallard</a>.</p>
<p><span id="more-2971"></span></p>
<p>O Mallard é o novo sistema de documentação do GNOME. Tem uma ênfase em documentos avulsos (em vez de aninhados) e focados cada um num tópico, como na Wikipédia. De quebra, traz uma nova linguagem XML, muito mais fácil que a do DocBook, usada até então. A Equipe de Documentação do GNOME está convertendo a documentação do GNOME aplicativo por aplicativo, e as pessoas envolvidas parecem estar gostando da experiência.</p>
<p>Deixando de lado a sintaxe específica para software (telas, código-fonte etc.), o Mallard é muito adequado para qualquer documento que seja consultado através de um computador. É claro que não faltam alternativas, mas para mim tudo se encaixou perfeitamente. É claro que ser parte do GNOME também ajuda!</p>
<p>Cada assunto fica num arquivo, e todos os arquivos estão num mesmo diretório. Para abrir o diretório, basta executar <code>yelp $DIRETÓRIO</code> — vale até criar um lançador na barra de ferramentas ou na área de trabalho (vamos ver como isso fica com o GNOME Shell). Também é possível converter para HTML ou XHTML usando o <code>gnome-doc-tool</code>, e então abrir com o navegador comum. A única limitação séria do Mallard é que, por enquanto, <a href="https://bugzilla.gnome.org/show_bug.cgi?id=600456">o caminho do diretório não pode conter caracteres não ASCII</a> (cedilha, acento, til&#8230;).</p>
<p>Existia um projeto de editor amigável para o Mallard, mas até hoje não vi o produto. Agora está sendo desenvolvida uma interface web para a edição da documentação do GNOME. Não resolve muito o meu problema, mas tudo bem. Basta editar os arquivos XML no editor de textos favorito, o que no meu caso é o gedit. (Também gosto muito do Vim, mas não para XML. Vai entender.) O destaque de sintaxe ajuda muito, e a ferramenta de inserção de trechos (para destaque XML, não Mallard) também. A documentação on-line do Mallard é muito boa, um dia desses tenho que dar um jeito de copiar para o meu disco rígido. (Nem sempre tenho acesso à Internet.)</p>
<p>Em suma, o Mallard é uma ótima forma de manter documentação, seja para software ou para outros fins. Sugiro a todos que confiram o <a href="http://projectmallard.org/about/learn/tenminutes.html">tutorial de dez minutos</a>, para sentir como funciona!</p>
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		<title>Using Mallard for general purpose documentation</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 03:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[I've been having a good time writing down my medical notes with Mallard. <a href="http://leonardof.org/2010/06/28/using-mallard-for-general-purpose-documentation/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As a medical doctor, I rely a lot on regular knowledge (the one inside our brains) and large, external databases, like information on medicines and a code list for all the diseases known to man. But then there&#8217;s a middle ground: information I learned but I might forget. And that&#8217;s where Mallard has been helping for the last months — keeping medical notes.</p>
<p><span id="more-2968"></span></p>
<p>There are plenty of technologies I could use for this. In fact, one of the best candidates was Tomboy, but I didn&#8217;t want to mix the other notes with my medical ones (the notebooks feature wasn&#8217;t enough) and I needed the technology to handle tables. Then, there are plenty of wikis out there, but I didn&#8217;t want to have an HTTP server in my netbook, and TiddlyWiki seemed too fragile for me (try control+left on your browser).</p>
<p>Mallard is topic-oriented, which is exactly what I need. Being fond of IT and GNOME, editing Mallard XML should be easy enough, even if lists and specially tables are a little too cumbersome. IMHO no file format is completely future-proof, but Mallard is almost there, being an open XML format and counting with out-of-the-box tools to convert documents to HTML and XHTML.</p>
<p>All my medical notes are placed in a single directory, and I created a launcher on the desktop which runs yelp with that directory as an argument. I believe this is the most convenient way for GNOME users. But at the beginning I used to run <code>gnome-doc-tool html *.page</code> and open <code>index.html</code> in a web browser.</p>
<p>I&#8217;m very happy about using Mallard for my medical notes. The gedit syntax highlight is excellent, even if I&#8217;d like to use the XML snippets together with the Mallard-specific ones (but that&#8217;s a gedit issue). I&#8217;d like to thank the GNOME Documentation Team of helping me when I had trouble in the first steps, as well as for writing <a href="http://projectmallard.org/about/learn/index.html">excellent documentation</a> on the Mallard file format.</p>
<p>Overall, Mallard is a great documentation system, both for software and non-software documentation.</p>
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		<title>Telecentros de Vitória (ES) usam Linux com GNOME</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/03/15/telecentros-de-vitoria-es-usam-linux-com-gnome/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/03/15/telecentros-de-vitoria-es-usam-linux-com-gnome/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 20:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Telecentros da cidade concretizam a missão do projeto GNOME. <a href="http://leonardof.org/2010/03/15/telecentros-de-vitoria-es-usam-linux-com-gnome/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje tirei um tempinho para visitar o Telecentro do bairro onde fica minha Unidade de Saúde da Família (posto de saúde). Confesso que foi uma visita rápida, mas mesmo assim fiquei feliz com o que vi.</p>
<p><span id="more-2921"></span></p>
<p>Os mais de 20 <a href="http://www.vitoria.es.gov.br/setger.php?pagina=telecentrocomofunciona">telecentros de Vitória</a>, localizados em bairros pobres e de classe média baixa, têm uma infraestrutura razoável, e os computadores, ainda que lentos, funcionavam bem. Além de acessar a internet, as pessoas ainda podem receber cursos de informática básica. Enfim, um serviço razoável para a exígua verba que o setor social costuma receber dos governantes brasileiros.</p>
<p>Minha maior curiosidade, ao resolver visitar o Telecentro, era conferir o uso de software livre. De fato, tratava-se de GNU/Linux, com o GNOME. Confesso que não conferi qual era a distribuição e a versão, porque não queria ficar mexendo muito no computador do encarregado. Também não perguntei muito porque, na minha experiência, as pessoas que controlam a entrada e saída de usuários de laboratórios de informática e <cite lang="en">lan houses</cite> têm um conhecimento muito escasso de informática.</p>
<p>Imagina só o orgulho de poder abrir uma janela de créditos e mostrar o nome entre os tradutores, e dizer que já coordenei tradução do GNOME no Brasil. Mais ainda, o Telecentro é concretiza a própria missão do projeto GNOME: proporcionar um ambiente de trabalho livre para todos, independente de renda, idioma ou capacidades motoras e/ou sensoriais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google Buzz pode ofender a privacidade dos usuários</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/03/14/google-buzz-pode-ofender-a-privacidade-dos-usuarios/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/03/14/google-buzz-pode-ofender-a-privacidade-dos-usuarios/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 23:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Ativado sem a solicitação dos usuários, o Google Buzz expõe a lista de contatos dos seus usuários. <a href="http://leonardof.org/2010/03/14/google-buzz-pode-ofender-a-privacidade-dos-usuarios/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez o Google enfrenta críticas com relação à sua política de privacidade. Dessa vez não se trata de uma violação potencial, mas de algo que está obviamente acontecendo com o seu serviço Google Buzz. O psicólogo e tradutor de software livre Vladimir Melo relatou, em seu blog sobre Psicologia, a decepção de uma psicóloga dos EUA:</p>
<blockquote><p>Como a psicoterapeuta havia disponibilizado o e-mail de contato para os pacientes quando estes a solicitavam, ela foi involuntariamente vinculada pelo Google a eles, e eles a ela. Na prática, qualquer um que visitasse o perfil de Keely Kolmes teria acesso a lista parcial dos seus pacientes, assim como o perfil de cada um deles passou a relacioná-la nos contatos. Outra preocupação dela foi o efeito na relação terapêutica se viesse a bloqueá-los.</p></blockquote>
<p><span id="more-2911"></span></p>
<p>(Leia também: <a href="http://kanzlermelo.wordpress.com/2010/02/20/google-buzz-quebra-sigilo-e-confianca-de-psicoterapeutas/">Google Buzz quebra sigilo e confiança de psicoterapeutas</a>, por Vladimir Melo, e <a href="http://drkkolmes.com/2010/02/18/google-buzz-alarms-therapists/">Google Buzz Alarms a Psycotherapist</a>, por Keely Kolmes, a parte ofendida.)</p>
<p>Detalhe que a psicóloga sequer tinha solicitado o <cite>serviço</cite>. Ele simplesmente acessou sua conta e descobriu que seguia e era seguida por várias pessoas, conhecidas ou nem tanto.</p>
<p>Não custa lembrar que recentemente, preocupado com o desdém do CEO da Google com a privacidade dos usuários, escrevi uma série de artigos sobre <a href="http://leonardof.org/2010/01/03/por-que-e-como-eu-deixei-o-gmail/">como se livrar do Gmail</a>, além das vantagens do <a href="http://leonardof.org/2010/01/05/piwik-uma-alternativa-livre-ao-google-analytics/">Piwik sobre o Google Analytics</a> e o <a href="http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-uma-boa-alternativa-ao-google-reader/">Bloglines como uma alternativa ao Google Reader</a>.</p>
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		<item>
		<title>Portugal define data para Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/02/04/portugal-define-data-para-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O Acordo Ortográfico já está em vigor em Portugal, com um período de adaptação que vai até 2016. A agência de notícias Lusa e uma série de jornais portugueses já adotaram a nova ortografia. <a href="http://leonardof.org/2010/02/04/portugal-define-data-para-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008 o <a href="http://ruivilela.blogspot.com/2008/03/acordo-ortogrfico-ratificado-pelo.html">governo português tinha aprovado o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa</a> com seu Segundo Protocolo Modificativo, e após uma audiência pública o <a href="http://leonardof.org/2008/05/18/portugal-aprovou-o-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa/">Parlamento Português ratificou a aprovação</a>. A questão era <em>quando</em> o acordo seria implementado. Pois bem, a nova ortografia começou a valer em Portugal neste ano, e até 2016 o país terá uma transição igual à brasileira, em que ambas ortografias são consideradas corretas.</p>
<p><span id="more-2893"></span></p>
<p>Mais ainda, a <cite>Lusa</cite>, única agência de notícias de âmbito nacional em Portugal, <a href="http://diario.iol.pt/sociedade/acordo-ortografico-lusa-agencia-noticias-portugues-lingua/1135210-4071.html">adotou o Acordo Ortográfico</a>. Na sequência, o semanário <a href="http://diario.iol.pt/sociedade/acordo-ortografico-sol-jornal-escrita-lingua-tvi24/1136249-4071.html"><cite>Sol</cite> adotou o acordo</a>, bem como o <a href="http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=39505&#038;tnid=5">jornal <cite>Barlavento</cite></a> e os <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#038;op=view&#038;fokey=ex.stories/561052">jornais <cite>Expresso</cite> e <cite>Diário Econômico</cite></a>. O primeiro veículo de notícias a adotar o Acordo Ortográfico em Portugal foi provavelmente <cite>O Despertar</cite>, em janeiro de 2009!</p>
<p>De acordo com o professor Carlos Reis, a <a href="http://aeiou.visao.pt/acordo-ortografico-adocao-pelos-media-e-passo-importante-para-consolidacao-da-lingua-carlos-reis=f546263">adoção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa pelos meios de comunicação é <cite>importante para a língua portugesa</cite></a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bloglines: uma boa alternativa ao Google Reader</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-uma-boa-alternativa-ao-google-reader/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 22:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bloglines é um dos leitores online de feed mais populares da internet. Apesar de algumas questões, ele se mostrou uma ótima alternativa ao Google Reader. <a href="http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-uma-boa-alternativa-ao-google-reader/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de saber através de Luis Villa <a href="http://tieguy.org/blog/2009/12/15/google-is-your-butler-the-tension-between-utility-and-privacy/">o quão pouco o Google valoriza nossa privacidade</a>, comecei a pesquisar por serviços alternativos. <a href="http://leonardof.org/2010/01/03/por-que-e-como-eu-deixei-o-gmail/pt/">Já troquei o Gmail pelo FastMail há mais de um ano e meio</a>, então as principais questões para mim seriam o motor de pesquisa e o leitor de feeds. Comecei a usar a <a href="https://beta.bloglines.com/">versão beta do Bloglines</a> (não cheguei a experimentar a versão normal), e posso dizer que estou bem satisfeito.</p>
<p><span id="more-888"></span></p>
<p>Acredito que a maioria das pessoas pode muito bem usar um agregador offline como o <a href="http://liferea.sourceforge.net/">Liferea</a>, mas eu precisava de um leitor online por causa do <a href="http://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>. O portal tem muitas notícias por dia, e um feed bem curto, de forma que verificando as novidades uma vez por dia eu às vezes eu perdia algumas notícias. Eu demorei a me acostumar com o Google Reader, mas no fim das contas ele é um agregador competente. O <a href="http://www.netvibes.com/">Netvibes</a> já não funcionou para mim. Eu queria um leitor de feeds, não uma página inicial, e para manter minha caixa de entrada limpa eu precisava de muitos cliques adicionais. O Bloglines, por outro lado, é um dos leitores de feed mais populares entre os leitores de meu blog, perdendo apenas para o Google Reader e os Planetas GNOME (em <a href="http://planet.gnome.org/">inglês</a> e <a href="http://planeta.br.gnome.org/">português</a>).</p>
<p>O Bloglines tem um conceito diferente de compartilhar posts de blog. Em vez de compartilhar com uma lista de contatos, você pode ter uma espécie de página pública onde seus artigos compartilhados podem ser vistos por qualquer um na web. Esse recurso ainda não está disponível na versão beta, então ainda não usei. Em 2006 algumas pessoas relataram que <a href="http://www.whirlycott.com/phil/2006/04/08/a-serious-bloglines-privacy-issue/">cada feed que você assina pode ser visto por quem quer que descubra o URL aleatório associado</a>. Isso não deve ser um problema de privacidade para a maioria das pessoas, porque não é possível saber quem assina qual feed, mas se você assinar um feed especial com informações comerciais ou sua lista de tarefas, você terá um problema. De qualquer forma, duvido que o Bloglines tenha suporte a feeds autenticados, e eu nunca teria informações pessoais em feeds não autenticados, de forma que isso não me incomoda.</p>
<p>O Bloglines beta tem três visões, cada uma delas muito interessante. A visão completa (<cite>full</cite>) parece com a do Google Reader, com a exceção de que, se mais de um feed for lido ao mesmo tempo, os artigos serão agrupados por feed, e não misturados. (Dica de um leitor da versão em inglês deste artigo: teclar M faz a coluna esquerda colapsar ou reaparecer.) A visão rápida (<cite>quick</cite>) mostra apenas o título dos artigos para feeds individuais, e para pastas com múltiplos feeds ela mostra as listas agrupadas em um <cite>widget</cite> (controle) por feed. Clicar no título abre o artigo em um widget à parte, mas você também pode clicar em um link especial para exibir apenas aquele feed. A terceira visão tem três painéis, como em um aplicativo de e-mail comum. Pode não ser muito adequado para netbooks e outras telas pequenas, mas tem um recurso muito interessante, a aba Site. Enquanto a aba Feed mostra o texto para aquele artigo como encontrado no feed, a aba Site mostra a página original embutida, de forma que você possa deixar comentários com mais facilidade.</p>
<p>Assim como o Google Reader e outros agregadores, o Bloglines permite aos usuários manter os artigos como não lidos (<cite>pin</cite>), mará-los como importantes, (<cite>save</cite>), ou enviá-los a alguém por e-mail. Como de costume, existe um painel à esquerda com a lista de assinaturas, opcionalmente agrupadas em pastas. O painel esquerdo é menos lotado que o do Google Reader, o que é muito importante para telas pequenas ou listas grandes de assinaturas. Por outro lado, o Bloglines (ainda) não permite que o painel esquerdo seja colapsado, o que atrapalha a leitura em dispositivos portáteis.</p>
<p>Resumindo, o Bloglines tem seus problemas (lembre-se de que ele ainda está em beta), mas achei-o bom o suficiente para mim. Se você tem outra opinião, ou se prefere usar outro agregador de feeds, deixe seu comentário!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que (e como) eu deixei o Gmail</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/01/03/por-que-e-como-eu-deixei-o-gmail/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 04:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google não valoriza nossa privacidade, e o Gmail tem um suporte decepcionante ao IMAP. O FastMail se mostrou uma opção superior, e recomendo para todos. <a href="http://leonardof.org/2010/01/03/por-que-e-como-eu-deixei-o-gmail/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhando o <a href="http://planet.gnome.org">Planeta GNOME em inglês</a>, li um artigo de <a href="http://tieguy.org/blog/2009/12/15/google-is-your-butler-the-tension-between-utility-and-privacy/">Luis Villa falando sobre o quão pouco o Google valoriza nossa privacidade</a> (veja também essa <a href="http://nerdson.com/blog/die-welle/">tirinha do Karlisson &#8220;Nerdson&#8221;</a>), e resolvi também abandonar os serviços do Google. Na verdade, eu já abandonei o Gmail há um ano e meio, não apenas por uma questão de privacidade, mas também porque eu não estava satisfeito com seu suporte a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Message_Access_Protocol">IMAP</a>.</p>
<p><span id="more-865"></span></p>
<p>Algumas pessoas podem achar antiquado, mas eu prefiro ter uma cópia da minha correspondência no meu disco rígido. O IMAP é naturalmente o melhor protocolo para isso, mas o suporte a IMAP do Gmail é sofrível. Ele usa pastas como uma implementação offline do seu recurso de rotular conversas, em vez de usar rótulos IMAP de verdade. Isso significa que cada mensagem deve ser baixada múltiplas vezes, uma para cada etiqueta. E aí encontrei, também no Planeta GNOME em inglês, um artigo de <a href="http://pvanhoof.be/blog/index.php/2008/03/03/a-few-months-of-google-imap-lets-evaluate">Philip Van Hoof dizendo que o servidor de IMAP do Google tem uma das piores implementações imagináveis</a>. (<strong>Edição:</strong> veja também <a href="http://weblog.timaltman.com/archive/2008/02/24/gmails-buggy-imap-implementation">as queixas</a> do líder em garantia de qualidade do Opera Mail.)</p>
<p>Não tenho vontade alguma de configurar meu próprio servidor, sejam localmente ou &#8220;nas nuvens&#8221;, então eu migrei para o <a href="https://www.fastmail.fm/">FastMail</a>. O serviço deles não é gratuito, a não ser que você tenha bem pouco e-mail, mas considero o custo/benefício satisfatório. O único problema para mim é que, como não assinei o serviço mais caro, <a href="http://leonardof.org/2009/03/02/e-mail-retornando/pt/">não posso me dar ao luxo de guardar anexos arbitrariamente grandes de anos atrás</a>. O que eu faço é periodicamente conferir se os anexos grandes foram salvos em meu disco rígidos, e então elimino o anexo do servidor deixando apenas a mensagem. </p>
<p>Eu ainda tenho minha conta no Gmail, que redireciona para a do FastMail. Só que não dou mais meu endereço do Gmail para ninguém mais, e não uso o servidor de SMTP deles mais. Eu sinto falta da visão de conversas, mas percebi que não faz tanta falta assim. O que eu fiz foi reimplementar o &#8220;Arquivo&#8221; do Gmail na forma de uma pasta dentro da caixa de entrada. Com o tempo o FastMail começou a reclamar do número de mensagens (mais de 5000); mesmo eu não percebendo prejuízo do desempenho, dividi a pasta &#8220;Arquivo&#8221; em uma pasta para cada ano.</p>
<p>Durante a migração eu desisti da maioria das minhas etiquetas, porque não as usava de verdade para localizar e-mails antigos. Para as etiquetas restantes, usei o recurso de etiquetas extendidas do IMAP. Eu tenho menos de 5 etiquetas, então eu poderia usar as etiquetas comuns, mas tanto Evolution quanto Thunderbird usam os mesmos nomes para elas, então achei melhor deixá-las como estavam. A interface web do FastMail não permite a visualização ou edição de etiquetas, mas ao acessar com o Evolution está tudo lá, e para mim isso é o que importa.</p>
<p>Outra alternativa, que descobri por um comentário à versão inglesa desse artigo, é o <a href="http://lavabit.com/index.html">Lavabit</a>. Apesar de ser mais novo, e portanto potencialmente menos sólido que o FastMail, o Lavabit leva ao extremo a privacidade de seus clientes. A correspondência fica guardada em arquivos criptografados, cuja chave só o usuário tem. Isso significa que, se a justiça americana exigir acesso à sua correspondência, eles teriam que usar força bruta para ler o conteúdo. <del datetime="2010-01-05T02:40:27+00:00">Para mim, a maior limitação do Lavabit é não ter IMAP, só <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Post_Office_Protocol">POP</a>.</del></p>
<p>Essas são as melhores alternativas que conheço. Adoraria ouvir dos leitores suas experiências com esses ou talvez outros servidores de e-mail confiáveis. Os usuários atuais do Gmail agradecem!</p>
<p><b>Atualização:</b> Meu nome de usuário no FastMail.fm é <cite>leonardof</cite>. Se você assinar o serviço, por favor informe quem foi que indicou. Não que eu vá ganhar muita coisa com isso, mas é uma forma interessante de saber se as pessoas efetivamente estão gostando da ideia.</p>
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		<title>(Mais) um presente de Natal para o GNOME</title>
		<link>http://leonardof.org/2009/12/23/mais-um-presente-de-natal-para-o-gnome/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 00:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Criei uma página contendo (parte d)a história da equipe brasileira de tradução no wiki do GNOME-BR, e melhorei o artigo da Wikipédia sobre o GNOME. <a href="http://leonardof.org/2009/12/23/mais-um-presente-de-natal-para-o-gnome/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa espécie de resolução de ano novo adiantada, pensei em fazer um balanço de minhas contribuições para a equipe brasileira de software livre, mas em vez disso fiz algo mais simples, que eu já devia ter feito há muito tempo. Reuni algumas anotações minhas de 2008 e um e-mail de Gustavo Vieira (o primeiro coordenador da equipe), e criei a página de <a href="https://br.gnome.org/GNOMEBR/MemoriasDaEquipeDeTraducao">Memórias da Equipe Brasileira de Tradução do GNOME</a> no wiki do GNOME-BR. Ela ainda tem pouca informação; por exemplo, todo o período de 2007 para frente está faltando. Vou precisar da colaboração de outros membros atuais e pregressos da equipe, já que prefiro não fazer propaganda de mim mesmo no wiki.</p>
<p>Para completar, melhorei o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNOME">artigo da Wikipédia sobre o GNOME</a>. Vocês podem ver minha colaboração na introdução e na seção de história. Novamente, conto com a colaboração dos colegas da comunidade GNOME-BR para completar esse artigo, que ainda precisa melhorar muito para dar aos leitores a dimensão do projeto GNOME.</p>
<p>Fora isso, um feliz Natal a todos. Já que Jesus Cristo não nasceu dia 25 de dezembro, pelo menos a gente pode aproveitar a desculpa para estar junto das pessoas com quem a gente realmente se importa.</p>
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		<title>Why (and how) I left Gmail</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 22:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[Google doesn't seem to value our privacy, so let's find alternatives for their services. My first suggestion is to switch Gmail for FastMail.fm, a reliable email service with a top-notch IMAP support. <a href="http://leonardof.org/2009/12/18/why-and-how-i-left-gmail/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>After reading <a href="http://tieguy.org/blog/2009/12/15/google-is-your-butler-the-tension-between-utility-and-privacy/">Luis Villa&#8217;s concerns about how little Google values our privacy</a>, I decided leaving Google services as well. In fact, I already left Gmail 1.5 year ago, not (only) because of privacy concerns, but because I was simply not satisfied with its IMAP support.</p>
<p>Call me old fashioned if you will, but I want an offline cache of my email. IMAP is of course the best protocol for that, but Google doesn&#8217;t support IMAP very well. They use folders as an offline implementation of their tagging feature, instead of actually using IMAP tags. This means downloading messages multiple times, which is not funny at all. And then, there is <a href="http://pvanhoof.be/blog/index.php/2008/03/03/a-few-months-of-google-imap-lets-evaluate">Philip Van Hoof saying <cite>[Google's] IMAP server is probably one of the poorest imaginable.</cite></a> (<strong>Edit:</strong> See also <a href="http://weblog.timaltman.com/archive/2008/02/24/gmails-buggy-imap-implementation">this rant</a> by Opera Software&#8217;s lead QA for Opera Mail.)</p>
<p>I don&#8217;t feel like running my own email server, either on my computer or in the cloud, so I went with <a href="https://www.fastmail.fm/">FastMail</a>. Their email solution is not free of cost, unless you keep very little email, but I find their price and service fair enough.  I think that the only catch is, I didn&#8217;t go for the most expensive plan, so <a href="http://leonardof.org/2009/03/02/bounced-emails/en/">I can&#8217;t keep arbitrarily large attachments from many years ago</a>. That&#8217;s OK for me. I download the important attachments to my hard drive and use a proper backup instead; and I can still keep the respective email messages.</p>
<p>I still have my Gmail account, which redirects to the FastMail one. I just don&#8217;t give my Gmail address to anyone these days, and I don&#8217;t use their SMTP server any more. I miss the conversation view, but I found out I can live without it. I reimplemented Gmail&#8217;s archive with an &#8220;Archive&#8221; folder inside Inbox, but latter it grew too big and I split it in one folder for each year.</p>
<p>I gave up most of my tags during the migration, because I didn&#8217;t really use them to search the email archive. For the remaining tags, I used the extended tagging feature of IMAP. I have less then 5 tags, so I could use the standard ones, but Evolution and Thunderbird have the same default names for these 5 tags, so I decided to just not change them. FastMail doesn&#8217;t really provide a way for me to set or see tags in their web interface, but that&#8217;s OK for me, because I use primarily Evolution to check and manage my email. The important thing is that FastMail doesn&#8217;t brake my tags. Sadly, OfflineIMAP doens&#8217;t implement these arbitrary tags yet, so I can&#8217;t use it to relay my email.</p>
<p>I&#8217;d love to know about other email solutions. I&#8217;m not really considering a move any time soon, but the discussion could be very interesting for current Gmail users.</p>
<p><b>Update:</b> My username at FastMail.fm is <cite>leonardof</cite>. If you subscribe to the service, please inform me as the referer. Not that I&#8217;ll receive much for it, but that&#8217;s an interesting way to know if people are actually using FastMail.</p>
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		<title>6º lugar nas pesquisas</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 02:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma página despretensiosa deste blog é o sexto lugar em uma pesquisa do Google. <a href="http://leonardof.org/2009/12/01/6%c2%ba-lugar-nas-pesquisas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de perceber que uma página minha é o sexto resultado ao pesquisar no Google por <cite>gnome</cite> e <cite>linux</cite>. É engraçado, porque <a href="http://leonardof.org/linux-gnome/pt/">a página</a> praticamente não tem conteúdo, só links, e foi criada como uma espécie de glossário para paraquedistas, e não para receber visitas diretamente. Isso mostra como o título é importante para o motor de pesquisas&#8230;</p>
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