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	<title>Leonardo Fontenelle &#187; Software livre</title>
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	<description>Tradutor do GNOME para o português do Brasil</description>
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		<title>Entrevista com a tradutora Maria Luiza Borges</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 15:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz (muito) tempo que não traduzo software livre, mas ao encontrar esta entrevista percebi que não poderia deixar de divulgá-la. Maria Luiza X. de A. Borges é uma consagrada tradutora brasileira, e conversou com a revista Carta Fundamental sobre o &#8230; <a href="http://leonardof.org/2010/12/05/entrevista-com-a-tradutora-maria-luiza-borges/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz (muito) tempo que não traduzo software livre, mas ao encontrar <a href="http://www.cartacapital.com.br/carta-fundamental/o-segredo-de-traduzir-2" title="Jô Gomes dos Reis entrevista Maria Luiza Borges: O segredo de traduzir. Carta Fundamental, 3 de dezembro de 2010.">esta entrevista</a> percebi que não poderia deixar de divulgá-la. Maria Luiza X. de A. Borges é uma consagrada tradutora brasileira, e conversou com a revista <cite>Carta Fundamental</cite> sobre o processo da tradução. Confira um trecho da entrevista:</p>
<blockquote><p>
<strong>E agora, as questões do idioma. Uma tradução deve ser a mais fiel possível ao texto original?</strong></p>
<p>A questão da fidelidade é complexa. Se o texto soa natural e fluente no original, deve soar assim também na tradução, o que será impossível se o tradutor ficar colado à letra do original. O que interessa é obter o mesmo efeito, ainda que por vezes seja preciso usar recursos um pouco diferentes. Mas creio que se deve ter a fidelidade possível, respeitados os limites da língua-alvo. Quanto à criatividade, seria conveniente não tentar ser mais criativo que Perrault, os irmãos Grimm ou Andersen.
</p></blockquote>
<p>Uma obra traduzida não é a obra original. É uma obra derivada da original, ou seja, o tradutor é coautor. O trabalho do tradutor precisa ser valorizado, tanto pelos devidos créditos quanto, no caso dos trabalhos comerciais, através da remuneração justa. Senão viveremos num país em que apenas as pessoas com o domínio da língua inglesa terão acesso ao conhecimento e à diversão produzidos fora do Brasil.</p>
<p>O projeto GNOME está no caminho certo, e tenho orgulho de fazer parte dessa trajetória.</p>
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		<title>Arch Linux se destaca entre os Favoritos 2010 do BR-Linux</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/11/11/arch-linux-se-destaca-entre-os-favoritos-2010-do-br-linux/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 20:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Arch Linux é a 3ª distribuição mais popular entre os leitores do BR-Linux. <a href="http://leonardof.org/2010/11/11/arch-linux-se-destaca-entre-os-favoritos-2010-do-br-linux/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu o <a href="http://br-linux.org/2010/favoritos-2010-resultado-consolidado-e-os-ganhadores-dos-sorteios/" title="Favoritos 2010: Resultado consolidado e os ganhadores dos sorteios">resultado da enquete <q>Favoritos 2010</q> do BR-Linux</a>. O <a href="http://www.archlinux-br.org/">Arch Linux</a> foi a 3ª distribuição mais usada para desktops, e a 4ª distribuição mais usada para netbooks. O Ubuntu continua com maioria absoluta, e o Debian segue em 2º lugar. Os donos de netbook continuam preferindo o Mandriva ao Arch Linux, mas com a situação da empresa tenho minhas dúvidas sobre o futuro dessa relação.</p>
<p>Na minha opinião, o Arch Linux é mesmo uma das melhores distribuições para quem não quer o Ubuntu. No Arch Linux não existe esse transtorno de reinstalar o sistema a cada 6 ou 12 meses, e o repositório está sempre atualizado. Falar em <cite>backport</cite> não faz sentido algum para um usuário do Arch Linux.</p>
<p>Infelizmente, essa é uma distribuição para quem não tem medo de editar arquivos de configuração, e aceita que de vez em quando é necessário seguir instruções para que o sistema operacional funcione a contento. Por outro lado, esse tipo de usuário descobre que no Arch Linux esse tipo de tarefa é muito simples. Isso, junto à instalação padrão mínima, dá uma flexibilidade imensa ao sistema.</p>
<p>Como eu não me incomodo com a necessidade de configuração do Arch Linux, para mim o principal defeito é a escassez de pacotes nos repositórios principais. Existe um grande repositório de &#8220;receitas&#8221; para a criação de pacotes, mas compilar software não é exatamente uma atividade divertida.</p>
<p>A solução seria o Arch Linux ter mais desenvolvedores, mas suspeito de que, para isso, seria necessário que existissem menos distribuições, ou que coisas como o LSB funcionassem de verdade e os desenvolvedores de softwares de aplicativo fosse capazes de criar pacotes que funcionassem em todas as distribuições. Infelizmente, a (imensa) diversidade de distribuições, e a incompatibilidade entre elas, parecem que vão continuar existindo por muito tempo.</p>
<p>Nesse meio tempo, posso dizer que já criei pacotes para o Gentoo, o Slackware, o Arch Linux e o Debian, e que no Arch Linux é bem mais fácil que nas outras distribuições.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Favoritos do BR-Linux</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/11/06/favoritos-do-br-linux/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 13:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Diga ao BR-Linux quais são suas preferências, e concorra a um HD externo e a um alicate multifuncional. <a href="http://leonardof.org/2010/11/06/favoritos-do-br-linux/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei que não faria mal divulgar. O BR-Linux.org está fazendo uma enquete para conhecer melhor seus leitores. São poucas perguntas (eu já respondi há uma semana), abrangendo as preferências de sistema operacional e aplicativos, a forma de usar o BR-Linux, e perguntas básicas sobre o leitor, como idade e área de atuação. Quem responder estará concorrendo a um HD externo USB da HP de 500GB, e a um alicate multifuncional (14 funções) Famastil Taurus.</p>
<p>Visite: http://br-linux.org/2010/ajude-a-escolher-os-favoritos-da-comunidade-edicao-2010-e-concorra-a-brindes-geeks/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>CGI.br: Quem são os brasileiros que usam Linux?</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/08/09/cgi-br-quem-sao-os-brasileiros-que-usam-linux/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/08/09/cgi-br-quem-sao-os-brasileiros-que-usam-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 09:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Li recentemente a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2009, publicada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, e descobri que o documento traz inclusive estatísticas de sistema operacional. Em resumo, 86% das &#8230; <a href="http://leonardof.org/2010/08/09/cgi-br-quem-sao-os-brasileiros-que-usam-linux/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li recentemente a <q><a href="http://www.cetic.br/tic/2009/" title="Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação: Pesquisa TIC 2009">Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2009</a></q>, publicada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, e descobri que o documento traz inclusive estatísticas de sistema operacional. Em resumo, 86% das famílias brasileiras têm o <span lang="en">Windows</span> instalado em seu computador principal; essa proporção é de 1% para o GNU/Linux, e desprezível para <span lang="en">Mac</span> e outros. 13% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder à pergunta.</p>
<p><span id="more-2990"></span></p>
<p>O relatório prossegue analisando a variação dessas proporções de acordo com o local (área urbana ou rural), a região do país, a renda familiar, e a classe social/econômica. Em quase todos os grupos, o uso de Linux continua em 1%. As exceções ficam para:</p>
<ul>
<li>Área rural: uso desprezível;</li>
<li>Região Norte: 2% de participação;</li>
<li>Renda familiar maior que R$ 4.650: 3% de participação;</li>
<li>Renda familiar entre R$ 931 e R$ 1.395; e entre R$ 2.326 e R$ 4.650: uso desprezível.</li>
</ul>
<p>Não houve variação por classe econômica.</p>
<p>A fatia da população brasileira que mais usa Linux parece ser a mesma que tem banda larga: os moradores da área urbana (quase não existe banda larga na área rural) e aqueles com renda familiar mensal acima de R$ 4.650. Já vai longe a época em que o modelo de negócios da Conectiva era vender seu sistema operacional numa caixa.</p>
<p>Imagino que trabalhar com tecnologia também ajude, mas isso não foi avaliado na pesquisa. </p>
<p>Já o programa <a href="http://www.computadorparatodos.gov.br/" title="Portal Computador Para Todos">Computador Para Todos</a> parece ter tido um efeito modesto. As famílias com renda mensal menor que R$ 931 usam o sistema operacional mais que os do estrato imediatamente superior, mas ainda assim a proporção ficou em meros 1%.</p>
<p>O que mais me surpreendeu foi a região Norte. Colegas nortistas, será que as comunidades daí são mais ativas?</p>
<p>Outra informação que não entendi foi a proporção não variar de acordo com a classe econômica. Intuitivamente, as pessoas com maior renda estão numa classe econômica superior, mas isso não é verdade, ou ao menos não para os usuários de Linux.</p>
<p>O estudo do CGI.br usou o critério de classe social/econômica da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. A <abbr title="Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa">ABEP</abbr> também divide as classes econômicas pela renda (como o <abbr title="Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística">IBGE</abbr>), mas disponibiliza uma ferramenta que permite <em>estimar</em> a renda. Essa ferramenta (o <a href="http://www.abep.org/novo/Content.aspx?SectionID=84">Critério de Classificação Econômica Brasil</a> — CCEB) consiste num sistema de pontos atribuídos à posse de bens de consumo e ao grau de instrução do chefe da família.</p>
<p>É possível ganhar muito e ter poucos bens ou pouco estudo, e talvez esse seja o perfil dos usuários de Linux.</p>
<p>O estudo só considerou aquilo que todo o mundo entende por computador, ou seja, dispositivos embarcados ou celulares não contam. A metodologia não considerou os computadores que não o <q>principal</q>, e não consegui encontrar na metodologia a definição operacional de o que seria um computador principal, ou como lidar com o <cite lang="en">dual boot</cite>.</p>
<p>Como já foi dito, em 13% dos domicílios o entrevistado não soube informar o sistema operacional. Essa proporção é ainda maior na região rural, nos domicílios com menor renda familiar, e nas classes D e E. Esses números são uma ordem de grandeza superiores à fatia que usa Linux, causando imprecisão na estimativa.</p>
<p>Reparem que o 1% de usuários Linux é a proporção dentre todos os entrevistados, e não apenas entre os que souberam responder à pergunta. Dessa forma, o número real de domicílios brasileiros com Linux é qualquer coisa entre 1% e 14%.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais sobre o Censo do GNOME e a Cauda Longa</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/08/01/mais-sobre-o-censo-do-gnome-e-a-cauda-longa/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/08/01/mais-sobre-o-censo-do-gnome-e-a-cauda-longa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 14:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho voluntário supera a contribuição de qualquer empresa no desenvolvimento do GNOME <a href="http://leonardof.org/2010/08/01/mais-sobre-o-censo-do-gnome-e-a-cauda-longa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dave Neary, um dos membros mais ativos da Fundação GNOME, publicou a primeira edição do Censo GNOME, um levantamento da participação de cada colaborador, e de cada empresa, no desenvolvimento do GNOME. <a href="http://br-linux.org/2010/censo-gnome-de-onde-vem-o-codigo/" title="Censo GNOME: de onde vem o código? (Farofa e ventilador se encontram)">Como o BR-Linux.org destacou</a>, um dos grandes destaques do censo foi que apenas 1% do código teria sido contribuído pela <span lang="en">Canonical</span>, enquanto a <span lang="en">Red Hat</span> seria responsável por 16%. Outra informação do Censo GNOME é uma espécie de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_de_Pareto" title="Artigo da Wikipédia sobre o Princípio de Pareto">proporção de Pareto</a>: apenas 30% dos desenvolvedores são pagos para trabalhar com o GNOME, mas sua colaboração representa 70% do código.</p>
<p><span id="more-2984"></span> </p>
<p>No que diz respeito à participação da <span lang="en">Canonical</span>, Jono Bacon (gerente da comunidade) <a href="http://www.jonobacon.org/2010/07/30/red-hat-canonical-and-gnome-contributions/" title="Jono at home: Red Hat, Canonical and GNOME Contributions">rebate</a> dizendo que a empresa contribui muito com o GNOME, mas o código fica hospedado no Launchpad, e qualquer distribuição poderia empacotá-lo. De fato, o levantamento publicado por Dave Neary só levou em consideração o código hospedado na infraestrutura do próprio GNOME — que aliás é fornecida principalmente pela <span lang="en">Red Hat</span>.</p>
<p>Ainda sobre a importância relativa de cada empresa, o próprio Dave Neary destaca o que os números escondem sobre a participação da Nokia. Em vez de contratar mais empregados, a empresa estimulou a criação de várias <cite lang="en">start-ups</cite> que contribuem com uma parte significativa do código. Além disso, os módulos específicos do <span lang="en">GNOME Mobile</span> e o WebKit não entraram na análise.</p>
<p>Mas minha contribuição nessa discussão é sobre o outro destaque: o efeito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">Cauda Longa</a>. De fato, os colaboradores voluntários têm contribuições individuais pequenas, como acontece no desenvolvimento do <span lang="en">kernel</span> Linux. Mas uma boa parte dos principais colaboradores do GNOME (em número de alterações do código-fonte) são voluntários, e a maior parte dos módulos do GNOME são mantidos por voluntários. Mais: se considerarmos o voluntariado como uma empresa, essa empresa será responsável por 30% do desenvolvimento do GNOME, muito mais que a <span lang="en">Red Hat</span> ou qualquer outra empresa.</p>
<p>Por fim, gostaria de registrar que o Censo do GNOME é sobre o desenvolvimento do código, mas até onde sei não estuda a tradução ou outros tipos de contribuição. A tradução é uma parte significativa do trabalho no GNOME, e acredito que seja quase exclusivamente voluntária.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>More on the GNOME Census and the Long Tail</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/08/01/more-on-the-gnome-census-and-the-long-tail/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 12:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[I just read about Dave Neary&#8217;s presentation on the GNOME Census. Given the data, most of what I think is exactly what he wrote on the slides or the blog post. But there&#8217;s something I would like to stress, because &#8230; <a href="http://leonardof.org/2010/08/01/more-on-the-gnome-census-and-the-long-tail/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I just read about <a href="http://blogs.gnome.org/bolsh/2010/07/28/gnome-census/" title="Safe as Milk (Dave Neary's blog): GNOME Census">Dave Neary&#8217;s presentation on the GNOME Census</a>. Given the data, most of what I think is exactly what he wrote on the slides or the blog post. But there&#8217;s something I would like to stress, because we all take if for granted but we ought to keep telling to other people: the importance of the Long Tail.</p>
<p>Yes, more than 70% of the contributions come from paid work. But, if we consider <q>voluntary</q> as a company, that would be the most important company in the development of GNOME.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cidade de Vitória (ES) apresenta sua experiência no 11º FISL</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/07/20/cidade-de-vitoria-es-apresenta-sua-experiencia-no-11-fisl/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei interessante saber que o município de Vitória (ES) terá uma palestra no 11º FISL para apresentar seus avanços no sentido de ser uma cidade digital (governo eletrônico). Nas palavras de Domingos Sávio Gava, secretário municipal de trabalho e geração &#8230; <a href="http://leonardof.org/2010/07/20/cidade-de-vitoria-es-apresenta-sua-experiencia-no-11-fisl/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei interessante saber que o município de <a href="http://sistemas6.vitoria.es.gov.br/diario/noticia.php?idNoticia=4022" title="Diário de Vitória: Vitória será um dos destaques do 11º Fórum Internacional de Software Livre">Vitória (ES) terá uma palestra no 11º <abbr title="Fórum Internacional de Software Livre">FISL</abbr></a> para apresentar seus avanços no sentido de ser uma <q>cidade digital</q> (governo eletrônico). Nas palavras de Domingos Sávio Gava, secretário municipal de trabalho e geração de renda:</p>
<blockquote><p>Temos a rede de telecentros, os pontos de acesso público à internet sem fio, a interligação dos prédios públicos por rede de fibra óptica, o mapeamento digital dos focos de dengue, o monitoramento dos ônibus municipais, entre outros. Vitória caminha a passos largos para se tornar uma cidade efetivamente digital.</p></blockquote>
<p>Eu já comentei o uso de <a href="http://leonardof.org/2010/03/15/telecentros-de-vitoria-es-usam-linux-com-gnome/" rel="bookmark" title="Telecentros de Vitória (ES) usam Linux com GNOME">software livre nos Telecentros de Vitória</a>, e estou ansioso para ver a solução de prontuário eletrônico também.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gettext gets 0.18</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/05/23/gettext-gets-0-18/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/05/23/gettext-gets-0-18/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 03:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[Gettext 0.18 brings bug fixes, PO file format changes, command line utilities improvements and more. <a href="http://leonardof.org/2010/05/23/gettext-gets-0-18/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I can hardly believe it&#8217;s been 2 and a half years since Gettext 0.17 was released. Maybe time seemed to pass faster because I practically stopped translating GNOME. Anyway, I&#8217;d like to share <a href="http://git.savannah.gnu.org/cgit/gettext.git/tree/NEWS">the news</a> with you guys.</p>
<p>The new <cite>Language</cite> field in the message header is very welcome. Poedit has been doing this for ages, but now it&#8217;s official and other localization tools can start using it for spell checking and so on.</p>
<p>I&#8217;m not so sure about the utility of the <cite>range</cite> flag. It&#8217;s always good to help translators know what they are translating, but such addition would be much more important for strings (i.e. %s will be replaced by an error message). Anyway, it depends too much on programmers improving old code, so it should appear very slowly.</p>
<p>And of course, I really liked the command line utilities improvement. The colored output is much easier to read, and the msgmerge speedup is just what I needed circa 4 years ago when I had an old budget computer and had to merge partial translations to the GNOME User Guide. It took me something like eight <strong>minutes</strong> for every merge!</p>
<p>Meanwhile, I continue to wait for some features to be added to intltool:</p>
<ul>
<li><a href="https://bugs.launchpad.net/intltool/+bug/410972">Add automatic comments telling where is the message displayed</a> (see also <a href="http://leonardof.org/2009/08/13/automatic-comments-in-intltool/">this blog post</a>)</li>
<li><a href="https://bugzilla.gnome.org/show_bug.cgi?id=566044">Sort messages in the same order as they appear in the source code</a></li>
<li><a href="https://bugzilla.gnome.org/show_bug.cgi?id=565054">Show previous message ID</a> (Damned Lies and Gettext alredy do it)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Using Tiny Tiny RSS instead of Google Reader</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/05/17/using-tiny-tiny-rss-instead-of-google-reader/</link>
		<comments>http://leonardof.org/2010/05/17/using-tiny-tiny-rss-instead-of-google-reader/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 03:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[tt-rss, as it's also called, is a free software online feed reader you can install in a local or remote computer. <a href="http://leonardof.org/2010/05/17/using-tiny-tiny-rss-instead-of-google-reader/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Some time ago I <a href="http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-a-fine-alternative-to-google-reader/">tested and approved Bloglines</a> as a feed reader, after I became worried about Google&#8217;s confidentiality policy. But the good thing on writing blogs is that you get feedback, and some readers pointed out a few shortcomings in Bloglines: (1) it&#8217;s not being developed for years; and (2) as a hosted service, it may have the same confidentiality issues as the Google services. But, best of all, I was offered an alternative: Tiny Tiny RSS, or <cite>tt-rss</cite> for the intimates.</p>
<div id="attachment_2955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://leonardof.org/wp-content/uploads/2010/05/site_shot_3.png"><img src="http://leonardof.org/wp-content/uploads/2010/05/site_shot_3-300x137.png" alt="Tiny Tiny RSS screenshot" title="Tiny Tiny RSS" width="300" height="137" class="size-medium wp-image-2955" /></a><p class="wp-caption-text">Source: Tiny Tiny RSS (press release)</p></div>
<p><span id="more-2961"></span></p>
<p>There&#8217;s even a public Tiny Tiny RSS server, but it is not accepting new users by now. Anyway, one of the key points of using tt-rss is being able to install it on your own computer, be it local or remote, just like you can have your own <a href="http://leonardof.org/2010/01/05/one-week-with-piwik/">Piwik</a> install. I don&#8217;t know any admin panel that helps you install Tiny Tiny RSS, though, so one most use the command line. As usual, you need to unpack a file in the corresponding directory, and set up a MySQL or PostgreSQL database. But tt-rss can&#8217;t install the database schema: you do it yourself.</p>
<p>You also have to edit the config file by hand, and it is a little longer than the WordPress one. There are two possibilities when it comes to updating the feeds: you can either run Tiny Tiny RSS as a daemon, or use a cronjob to run a specific script. DreamHost and, I guess, other shared hosting services don&#8217;t allow users to run daemons, so I had to go with the cronjob. The hardest part was the incompatibility with PHP4, which was resolved editing a library following the <a href="http://tt-rss.org/redmine/wiki/tt-rss/PhpCompatibilityNotes">official instructions</a>. Anyway, DreamHost should set PHP5 as the default version anytime soon.</p>
<p>Once installed, Tiny Tiny RSS has a feature set similar to those found in Bloglines or Google Reader, except for Google Buzz. I opted for a single user install, so I couldn&#8217;t test the social features, but I know for sure that I could pick some articles to show up in my user account&#8217;s feed, and other people would be able to read them that way.</p>
<p>One of the good things in online feed readers is that, when you open it, it already updated the feeds, while Liferea and similar apps have to update feeds when you would like to be already reading them. On the other hand, online apps are less responsive to small operations such as moving from a feed to another, due to the Internet latency. I could install tt-rss on my local computer, but then I wouldn&#8217;t be able to access it from other places, and I would expend a considerable amount of electricity. (When I stopped letting my computer turned on 24/7, my electricity bill dropped by 30%.)</p>
<p>To be honest, Tiny Tiny RSS still have to mature a lot, for example with automatic database schema installation, or automatic upgrading. It is already very usable, though. For some reason, this is the only online app I learned the keyboard shortcuts. I use them all the time in local apps, but not with online apps.</p>
<p>The biggest issue with Tiny Tiny RSS is that most people don&#8217;t have any fun installing applications on remote computers. But I think it would be interesting to have tt-rss installed on schools, companies or other organizations, where users would have something in common and thus would be more likely to enjoy sharing feed items. Another intriguing possibility would be installing Tiny Tiny RSS on a public server, and then monetizing it with ads or something else. The hard part would be having a differential on such a competitive market.</p>
<p>I would like also to mention that, while I wrote this article, I learned about <a href="http://gregarius.net/">Gregarious</a>, which shares the same mission as Tiny Tiny RSS: to develop a free software online feed reader you can install on your own computer (local or remote). But, unlike tt-rss, Gregarious isn&#8217;t actively developed for 18 months now.</p>
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		<title>Usando o Tiny Tiny RSS no lugar do Google Reader</title>
		<link>http://leonardof.org/2010/05/17/usando-o-tiny-tiny-rss-no-lugar-do-google-reader/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 03:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O tt-rss, como também é conhecido, é software livre e pode ser instalado em um computador local ou remoto controlado pelo usuário. <a href="http://leonardof.org/2010/05/17/usando-o-tiny-tiny-rss-no-lugar-do-google-reader/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algum tempo atrás eu <a href="http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-uma-boa-alternativa-ao-google-reader/">testei e aprovei o Bloglines</a> como agregador online de feeds, após ter ficado preocupado com a política de privacidade do Google. Mas existe uma coisa muito positiva em escrever blogs, que é receber o comentário dos leitores. E os leitores do <a href="http://leonardof.org/2010/01/11/bloglines-a-fine-alternative-to-google-reader/">artigo em inglês</a> me alertaram para o fato de que o Bloglines (1) não está mais sendo desenvolvido há anos; e (2) é outro serviço fornecido por terceiros, e portanto potencialmente passível dos mesmos problemas de privacidade do Google. E mais ainda, os leitores me recomendaram uma opção: o <a href="http://tt-rss.org/">Tiny Tiny RSS</a>, ou <cite>tt-rss</cite> para os íntimos.</p>
<div id="attachment_2955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://leonardof.org/wp-content/uploads/2010/05/site_shot_3.png"><img src="http://leonardof.org/wp-content/uploads/2010/05/site_shot_3-300x137.png" alt="Captura de tela do Tiny Tiny RSS" title="Tiny Tiny RSS" width="300" height="137" class="size-medium wp-image-2955" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Tiny Tiny RSS (divulgação)</p></div>
<p><span id="more-2954"></span></p>
<p>Até existe um servidor Tiny Tiny RSS para uso do público geral, mas ele não está aceitando novos usuários. De qualquer forma, um dos diferenciais do Tiny Tiny RSS é a possibilidade de instalar no próprio computador (local ou remoto), como no caso do <a href="http://leonardof.org/2010/01/05/piwik-uma-alternativa-livre-ao-google-analytics/">Piwik</a>. Não conheço qualquer serviço de hospedagem que facilite a instalação do aplicativo, então o negócio é usar a linha de comando. Da mesma forma que em outros aplicativos online, é necessário descompactar um arquivo dentro do diretório correspondendo ao URL onde você pretende acessar o Tiny Tiny RSS, e então criar um banco de dados MySQL ou PostgreSQL. A diferença é que o próprio tt-rss não é capaz de criar, no banco de dados, a estrutura de tabelas necessária. O usuário precisa fazer isso sozinho a partir de um arquivo de esquema distribuído junto do aplicativo.</p>
<p>Também é necessário editar à mão o arquivo de configuração, que é um pouco maior que o do WordPress. Existem duas possibilidades de atualização dos feeds no Tiny Tiny RSS: ele pode rodar como um daemon, ou pode atualizar periodicamente a partir de um cronjob. A DreamHost e, imagino, outros serviços de hospedagem compartilhada não permitem daemons de usuários, então no meu caso foi necessário configurar um cronjob. A maior dificuldade que tive na instalação foi a incompatibilidade do Tiny Tiny RSS com o PHP4. Essa incompatibilidade foi contornada seguindo as <a href="http://tt-rss.org/redmine/wiki/tt-rss/PhpCompatibilityNotes">instruções oficiais</a>, mas de qualquer forma em breve a DreamHost vai tornar o PHP5 a versão padrão.</p>
<p>Uma vez instalado, o Tiny Tiny RSS tem um conjunto de recursos semelhantes ao dos outros leitores online, exceto naturalmente pelo Google Buzz (leia também: <cite><a href="http://leonardof.org/2010/03/14/google-buzz-pode-ofender-a-privacidade-dos-usuarios/">Google Buzz pode ofender a privacidade dos usuários</a></cite>). Não pude avaliar adequadamente os recursos de interação entre usuários, porque optei por uma instalação em modo monousuário. Sei pelo menos que é possível selecionar artigos lidos para constar num feed gerado pelo usuário, e naturalmente outros usuários podem assinar esse feed.</p>
<p>Assim como o Bloglines e o Google Reader, o Tiny Tiny RSS não precisa carregar os feeds na hora em que o usuário resolve abrir o aplicativo. Se você instalar ele num computador remoto, como eu fiz, ele não vai responder aos pequenos comandos tão prontamente quanto os aplicativos instalados localmente, mas isso também vale para o Google Reader e para o Bloglines. A ideia de instalar o Tiny Tiny RSS num computador doméstico e deixá-lo rodando o tempo todo é atraente, e eu já fiz esse tipo de coisa, mas <a href="http://leonardof.org/2007/11/24/hibernar-e-preciso-driver-proprietario-nao-e-preciso/">parei para economizar energia elétrica</a>.</p>
<p>Para ser sincero, o Tiny Tiny RSS ainda pode amadurecer muito, por exemplo com instalação automatizada do esquema no banco de dados ou atualização automática, mas mesmo assim já é altamente usável. Por algum motivo obscuro, é o primeiro aplicativo online cujos comandos com o teclado eu me dispus a aprender; em geral, só uso o mouse. Nos aplicativos tradicionais é o contrário, uso o teclado sempre que possível.</p>
<p>O maior problema do Tiny Tiny RSS é que a maioria das pessoas não se diverte nem um pouco instalando aplicativos em computadores remotos. Mas acho interessante a ideia de escolas, empresas ou outras organizações terem instalações próprias do Tiny Tiny RSS, em que usuários tenham algo em comum e portanto tenham mais motivos para compartilhar artigos ou feeds interessantes. Outra possibilidade intrigante seria usar uma instalação do Tiny Tiny RSS como um servidor público, possivelmente monetizado através de anúncios. O difícil seria oferecer um diferencial, num mercado tão acirrado.</p>
<p>Por fim, eu gostaria de mencionar que, enquanto escrevia este artigo, fiquei sabendo do <a href="http://gregarius.net/">Gregarious</a>, que tem a mesma proposta do Tiny Tiny RSS: um agregador de feeds em software livre, que a pessoa pode instalar em seu próprio computador (local ou remoto). Ao contrário do tt-rss, no entanto, o Gregarious parece não estar mais sendo desenvolvido: a última alteração do código-fonte foi realizada há um ano e meio.</p>
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